Streaming…

Abril 4, 2008

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É impressionante como as pessoas podem te surpreender; como alguém pode ser duas pessoas ao mesmo tempo: uma que você já conhece, e outra que ela acaba de te apresentar. Prazer!

Hoje, fui almoçar com um amigo do trabalho, Marcello Azambuja, da área de vídeos da globo.com. Na verdade, não consegui comer nada, o que possibilitou que eu observasse bastante aquele companheiro que explicava com extrema categoria os requesitos requisitos necessários para um projeto que tenho visionado.

Pois bem, hoje o Azamba me apresentou um outro Azamba. O papo começou com bits, consumo de banda, PD-170, streaming de vídeo… e foi até um romance que ele teve aos 15 anos de idade e sofreu até os 16, passando por um exemplo recente meu e indo até outro caso de um amigo do amigo, ex de uma prima e tal, que sofreu de forma muito mais violenta do que nós dois juntos, embora ambos tenhamos concordado que em nada nos alivia o sofrimento alheio…

Esqueci bits e bytes, recusei o cafezinho e aceitei a cortesia do Azamba de pagar a minha Coca. Saímos do Rosita, cumprimentamos alguns amigos no Downtown e fechamos o assunto de produção digital e publicação online de conteúdo intelectual (para resumir bem o projeto) com uma promessa de chopp. Vou, mas só quando voltar a comer, para poder compartilhar a batata frita. Vida que segue, como o streaming de vídeo…

Espaço e tempo curtos

Fevereiro 11, 2008

Caminhos

Por que a gente vale mais sempre depois que deixa de existir em um determinado contexto? Por que, por exemplo, as obras de arte valem mais depois que seus autores morrem? Gauguin, Kafka são dois nomes que me vêem vêm à cabeça como exemplo de artistas que não venderam nada – ou apenas para os amigos – em vida.

Será que, quando eu sair do meu atual emprego, as pessoas vão pensar que pagariam o dobro do que eu ganho para me ter de volta? Se sim, então porque não me pagam agora? Será que eu tenho que lançar esta idéia na mesa? Talvez apresentar em números o que eu significo e quanto eu valho… mas será, realmente, que é muito?

A cada janeiro, a galera aqui do trabalho passa por uma avaliação. Eu me avalio todo dia, mas a empresa prefere fazer isso anualmente. OK! Mas, voltando à dúvida de cima, será que eu valho aquilo que penso? No mundo coorporativo ao qual pertenço, existem dois tipos de expectativas: a referente à sua função/cargo e à dos seus superiores sobre aquilo que delegaram a você. A primeira pode – e deve – ser bem objetiva; com características básicas a serem preenchidas e médias ponderadas a serem tiradas. A segunda, iiii, esta pode ser tão oscilante quanto fumaça.

E é nisso que penso: a qual fio me prender? Aquele que costura metodologias, processos, fluxos e que me torna um profissional apto ao mercado global, ou fazer política e construir carreira numa única empresa – ou em poucas com o mesmo perfil? Mas, observo: os caminhos não são apenas estes. Estes são apenas os dois braços da bifurcação que estã aqui, agora, na minha frente. E a reunião será amanhã à tarde! Pode ser um recomeço…

Primeiro trago

Fevereiro 11, 2008

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Há quanto tempo apenas leio sem escrever nada? Se minha cabeça fosse uma bexiga, ela estaria bem cheia. E este é o paralelo. Tenho gasto muito do meu tempo pensando; no carro, no quarto, no trabalho, no, na…

Mas pensar dá vazão aos pensamentos? Quero dizer: apenas pensar significa que estou usando bem os meus conhecimentos? E pensar nas minhas angústias e felicidades significa que estou menos angustiado e mais feliz?

Estou lendo uma biografia.. e talvez isso esteja me deixando confuso. Não é simples acompanhar detalhadamente a vida de uma pessoa… principalmente se se trata de um artista. Me refiro a Paul Gauguin (Paul Gauguin, uma vida – David Sweetman), um cara de corpo e mente entre Paris e o Taiti, com tudo de antagônico que estes dois lugares possam representar neste século, imagina, então, no XIX.

Mas porque, afinal, o nome do blog é Cigarros? Simples.. porque são com eles que penso, na maioria das vezes. Cada cigarro é um pavio de pensamento; o tempo exato para muita meditação e algumas conclusões.

Espero substitui-los por posts… e esta é a proposta: troco os pensamentos em forma de fumaça, pelo formato das letras. Assim, fico mais saudável, mais produtivo e muito menos angustiado.

Quanto à atualização do blog? Aproximadamente, um maço por dia. Se for light!